Alicerce Bíblico
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Aprendendo como não ser um “conselheiro problemático”

Por Jeff Forrey

Existem várias maneiras diferentes de aprender as habilidades do aconselhamento. O principal método é observar, modelar e receber o feedback de um conselheiro experiente e bem-sucedido. Deste bem-sucedido conselheiro, você pode aprender abordagens eficazes para a construção de um maior envolvimento, fazendo perguntas frutíferas, esclarecendo respostas vagas ou obtusas, etc. No entanto, este método não é a única maneira de se adquirir boas habilidades no aconselhamento.

Outra opção para aprender habilidades de aconselhamento é observar um conselheiro não qualificado e malsucedido e determinar quais erros evitar. As escrituras, na verdade, demonstram isso no livro de Jó, que expõe, com detalhes excruciantes, como não aconselhar alguém. Neste post, quero oferecer advertências que podemos aprender com aqueles a quem Jó rotulou de “conselheiros problemáticos” (ou “consoladores miseráveis” – Jó 16:2).
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Tratando a ansiedade biblicamente

Por Oswaldo Carreiro

Clique na imagem abaixo para ser direcionado ao vídeo.

Preleção concedida em BH, no dia 10/02/2019.

Sobre erros que podemos fazer no uso das Escrituras ao dar conselhos [English]

Por Mike Emlet

Original: On mistakes we can make using Scripture in advice giving.

Qual a importância da leitura bíblica?

Por Douglas Boaventura

Aprimore o escutar

Por Níckolas Ramos

Em diversas ocasiões, a Bíblia trata do modo como o crente deve lidar com a língua. De fato, a comunicação é uma dádiva preciosa de Deus e pode ser usada tanto para o bem como para o mal. Entretanto, todo diálogo é composto por um emissor (que é quem fala) e por um receptor (que é quem ouve). Ambos precisam de sabedoria nesse processo, já que ouvir, ao contrário do que muitos pensam, não é um processo “passivo” em que simplesmente recebemos informação. Antes, é também “ativo”, já que processamos tudo que nos é dito para formularmos ideias e conselhos.

Atendendo à comunhão genuína, por vezes seremos confidentes, ombros amigos e conselheiros que ouvirão histórias que, naturalmente, exigirão algum tipo de parecer próprio. A cautela do crente, porém, começa muito antes daquilo que ele fala. Na verdade, inicia-se antes mesmo de ele sequer ouvir, já que algumas verdades devem permear previamente o nosso pensamento. Por isso, é importante que, como crentes, saibamos nos comunicar por completo — tanto falar como ouvir. Assim, são listados abaixo três princípios básicos para desenvolvermos ouvidos atentos e sábios.

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